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  • Sinais de que você está desidratado

    A sede é uma manifestação natural do organismo, como se o corpo estivesse pedindo para que você beba mais água, pois ela está em falta. Além dela, o corpo também dá outros sinais de que você precisa beber mais água. Caso contrário, os órgãos e músculos poderão ter seu desempenho prejudicado pela falta do líquido. Conheça alguns desses sinais:

    Boca seca

    É bastante óbvio, por conta da sede, mas a boca seca é realmente um sinal de que está faltando água em seu organismo. Pouca saliva e rachaduras nos lábios indicam que é preciso lubrificar as mucosas (tecido de revestimento) da boca e da garganta.

    Urina com coloração amarelo-forte

    A coloração natural da urina é amarelo fraco, indicando que você está bem hidratado. No entanto, quando você ingere pouca água, as toxinas do seu organismo ficam mais concentradas, deixando o tom da urina mais forte. Além disso, você sentirá vontade de urinar com menos frequência, e a quantidade eliminada será menor.

    Pele seca

    Um dos primeiros órgãos a manifestar a insuficiência de água no corpo é a pele. O suor é um mecanismo que o corpo tem de eliminar as impurezas e a oleosidade da pele, além de regular a temperatura corporal. Com água em falta, a quantidade de suor diminui, mantendo a pele ressecada e acumulando essas impurezas.

    Dores articulares

    Boa parte das nossas articulações (conexões entre ossos) é composta por água. A falta deste líquido prejudica a função das articulações de amortecer impactos. Por isso, os ossos podem chocar-se uns contra os outros, aumentando o desgaste e provocando dores.

    Sinais de que você está desidratado

    Tonturas e desmaios

    A desidratação reduz o volume de sangue circulando em nosso organismo. Isso provoca quedas de pressão arterial que podem provocar tonturas e desmaios. Se isso ocorrer, é importante monitorar os sinais vitais da vítima até que se recupere. Caso o episódio ocorra novamente, a desidratação pode ser severa, e é melhor procurar ajuda médica.

    Cansaço constante e falta de energia

    Quando a água estiver em falta nos órgãos, eles tentarão “roubá-la” de outros tecidos, como o sangue. No entanto, o sangue em volume reduzido prejudica o transporte de oxigênio a todo o organismo. Sem oxigênio, as células não têm energia para trabalhar e desempenhar suas funções. Isso causa sintomas como fadiga, fraqueza e sonolência.

    A desidratação pode prejudicar severamente o funcionamento de todos os tecidos e órgãos do corpo. Por isso, não se pode ficar muito tempo sem beber água. Além disso, é fundamental que a água ingerida seja sempre potável. Assim, é muito importante ter filtros de água ou purificadores em casa, mesmo que o sistema de tratamento e abastecimento de água nas cidades brasileiras seja considerado satisfatório.

  • Como saber se a água é potável?

    Sem água não há vida. Beber água potável pode ser um hábito tão corriqueiro e simples, mas é ao mesmo tempo um privilégio em determinadas regiões do mundo. Segundo dados da ONU, mais de 10% da população mundial não tem acesso à água potável, estando expostas à contaminação por diversos tipos de microrganismos. O Brasil, nesse aspecto, é considerado um país privilegiado, já que aproximadamente 94% das pessoas têm acesso à água própria para consumo.

    No entanto, não podemos nos esquecer de que mesmo a água que chega às nossas casas, tendo passado por uma estação de tratamento e abastecimento, pode conter substâncias, como o cloro, que podem ser prejudiciais à saúde. Por isso, é essencial contar com um filtro ou purificador de água em casa.

    Confira, a seguir, 4 itens para avaliar na água que você consome e perceber se, de fato, ela é potável:

    Opacidade

    Observe a água antes de bebê-la. O primeiro indício de que ela é potável é sua total transparência. Se houver qualquer grau de opacidade, como se a água estivesse “leitosa”, é melhor evitar o consumo. Quanto mais opaco o líquido estiver, mais contaminado estará e, consequentemente, impróprio para consumo. É importante ressaltar que beber água não potável pode causar problemas digestórios, hepatite, meningite e outras doenças.

    Como saber se a água é potável?

    Cor

    Água não tem cor. Ela deve ser completamente transparente; nada de coloração amarelada ou esbranquiçada. A presença de substâncias químicas, pequenas partículas sólidas ou microrganismos geralmente torna o líquido amarelado, ou até mesmo com cor de ferrugem. Qualquer alteração visual na água é sinal de alerta para não bebê-la.

    Sabor

    Mais uma daquelas características básicas que aprendemos nos anos iniciais da escola: água não tem sabor. Qualquer gosto que seja detectado na água indica a presença de uma substância estranha e potencialmente nociva. Dentre essas substâncias, pode-se encontrar o cloro, que é incluído pelas próprias estações de tratamento. Embora ele seja importante para eliminar os microrganismos, também pode fazer mal à saúde humana se estiver em concentrações muito altas.

    Odor

    Água também não deve ter nenhum tipo de cheiro, ou seja, dever ser inodora. Porém, como citado anteriormente, o cloro pode ser adicionado à água nas estações de tratamento. Por isso, é possível que haja cheiro dessa substância na água, mas este deve ser o mais discreto possível.

    Mesmo que a água não apresente nenhuma dessas características, isso não significa que ela esteja 100% segura para consumo. Apenas um filtro ou purificador de água podem oferecer essa certeza.

  • Qual a quantidade de água que devemos consumir diariamente?

    Esse é um questionamento que todos nós já nos fizemos algum dia e que divide até mesmo as opiniões dos profissionais da área da saúde. É fato mais do que constatado cientificamente que sem água, não há vida. Porém, qual será a quantidade ideal de sua ingestão por dia?

    Sem resposta definitiva

    Embora muitas pessoas afirmem que 2 litros são o volume ideal de água a ser ingerido, os médicos afirmam que esse valor pode ser útil para algumas pessoas, mas não para todas. Há muitas variáveis envolvidas, que podem aumentar ou reduzir a necessidade de água.

    Por exemplo, há pessoas que passam boa parte do dia sentadas em escritórios atrás de um computador. Em contrapartida, há atletas cujo dia é preenchido por treinos de alto rendimento. É óbvio que o atleta perde muito mais líquido do que o profissional do escritório, de modo que ele precisa ingerir muito mais água durante o dia.

    Além disso, o fator clima também precisa ser levado em consideração. Num dia típico de inverno, com temperaturas baixas, não transpiramos tanto quanto ocorre em dias de verão, em que o sol escaldante eleva os termômetros acima dos 30ºC. Quanto maior for a temperatura, maior será a transpiração e, consequentemente, a recomendação de ingestão de água.

    Os fatores externos são importantes, mas, além deles, há características que diferenciam um indivíduo do outro que também tornam diferentes as suas necessidades diárias de consumo de água. Indivíduos com maior peso ou com metabolismo mais acelerado certamente precisam de mais água do que as pessoas com peso menor ou metabolismo mais lento. Além disso, a dieta das pessoas influencia bastante: quanto mais sal ou álcool o indivíduo consumir, mais água será exigida de seu organismo. Em contrapartida, quem consome muitas frutas e verduras, alimentos naturalmente mais ricos em água, pode não precisar beber tanta água ao longo do dia.

    Qual a quantidade de água que devemos consumir diariamente?

    Há problemas de saúde específicos que também influenciam nessa quantidade. Pessoas com insuficiência renal, por exemplo, devem limitar sua ingestão diária de água. Em compensação, condições como diarreia, vômito e febre exigirão do indivíduo um maior consumo de água para repor os líquidos perdidos.

    Dica importante

    Uma dica bastante simples e que, embora não seja muito precisa, é útil para avaliar a ingestão de água é observar a cor da urina. Se o líquido estiver em coloração amarela intensa, com odor forte, é sinal de que é preciso beber mais água. Se o líquido estiver completamente transparente, porém, é sinal de que você está bebendo mais água do que deveria, o que também não é saudável, já que pode causar perda de sódio.

    O ideal é que a urina esteja em coloração amarelo-clara. Este é o ponto que indica que sua hidratação está satisfatória, sem pecar pela falta ou pelo excesso.

    Qualidade da água

    É sempre importante ressaltar que, além da quantidade, devemos nos preocupar com a qualidade da água que ingerimos. Beber água diretamente de mananciais pode representar riscos, pois não sabemos a quantidade de microrganismos que podem estar presentes no líquido. Em contrapartida, a água que chega em nossas casas, vinda das estações de tratamento, também contém aditivos (especialmente o cloro) que, quando em excesso, podem causar problemas de saúde. A melhor escolha, portanto, é contar com um bom filtro ou purificador de água, que elimine tanto os microrganismos quanto os aditivos químicos e resíduos sólidos.

  • As vantagens dos filtros acoplados

    Boa parte da água doce no mundo está contida em mananciais poluídos. Por conta disso, as empresas de abastecimento de água, que levam esse precioso líquido da natureza às nossas casas, se veem obrigadas a incluir aditivos químicos para tornar essa água limpa e adequada para uso doméstico. O problema é que o próprio tratamento químico também oferece seus riscos para a saúde, exigindo, cada vez mais, que as pessoas adquiram filtros de água.

    Os filtros acoplados estão entre as melhores opções, porque são muito práticos e oferecem água de qualidade.

    Filtros acoplados na torneira

    Os filtros acoplados às torneiras são muito práticos e têm sido cada vez mais adquiridos pelas pessoas. A maior parte dos filtros desse tipo possui três etapas para realizar a filtragem. Dessa forma, são eliminadas tanto as partículas sólidas quanto o excesso de produtos químicos adicionados, como o cloro. O cloro, quando em quantidades elevadas, pode alterar a coloração e o gosto da água, além de deixar um odor bem desagradável.

    Por isso, os filtros acoplados em torneiras oferecem água de qualidade, seja para beber, lavar alimentos, cozinhar, preparar chás, cafés, sucos etc. Independentemente do uso que se faça, o fato é que a água filtrada nos livra de qualquer microrganismo, sujeira ou elemento químico que possa agredir a nossa saúde.

    Filtros acoplados no chuveiro

    Os filtros acoplados às torneiras já não são novidades, tendo em vista que as vantagens que proporcionam os tornaram mais populares. No entanto, também é importante ressaltar que há filtros de água que podem ser instalados também nos chuveiros.

    Você sabia que o cloro presente na água também pode prejudicar a saúde enquanto tomamos banho? Isso ocorre porque a água quente e o vapor tendem a abrir os poros de nossa pele, fazendo com que o cloro seja mais facilmente absorvido. Da mesma forma, a inalação do vapor pode fazer com que o cloro ou outras substâncias também sejam absorvidas pelo organismo por meio da corrente sanguínea, colocando a saúde em risco.

    As vantagens dos filtros acoplados

    Além de problemas de saúde, a água com excesso de cloro tem efeitos muito prejudiciais aos cabelos, pois a substância é absorvida pelos fios, remove sua proteção oleosa natural e pode torná-los secos, quebradiços, sem brilho e com maior tendência à queda.

    O mesmo pode ocorrer com a própria pele, pois o cloro também remove sua proteção natural e a torna mais propensa a dermatites e ressecada, causando um envelhecimento precoce. Os olhos também podem ficar irritados com a presença de certas substâncias na água do chuveiro.

    Seja para beber, para preparar alimentos ou para tomar banho, é importante contar com um bom filtro de água, tanto nas torneiras quanto nos chuveiros. Dessa forma, você cuida da sua saúde e ainda mantém a pele e os cabelos mais bonitos.

  • Como escolher o filtro de água ideal?

    Segundo a OMS, Organização Mundial da Saúde, boa parte das doenças, muitas vezes fatais, que atingem a população mundial têm suas causas no consumo de água contaminada. Isso pode causar diversos problemas de saúde, como diarreia, desidratação, cólera, febre tifoide, entre outros.

    Apesar dos consideráveis avanços que as redes de tratamento e abastecimento de água têm vivenciado, oferecendo água de qualidade a cada domicílio; vazamentos, tubulações muito antigas e caixas d’água sem a devida limpeza são fatores que comprometem a qualidade do líquido. Dessa forma, filtros e purificadores continuam sendo altamente recomendados para o fornecimento de água 100% potável, que livre as pessoas de qualquer problema de saúde relacionado.

    Há diferentes tipos de filtros presentes no mercado, cada um com suas características próprias. Conheça-os:

    Filtros de barro

    Bastante clássicos no Brasil, os filtros de barro funcionam por meio da própria gravidade, que conduz a água entre vários recipientes. Uma vela de cerâmica com carvão e nitrato de prata é responsável por remover até 99% dos itens impuros da água. Esse tipo de filtro apresenta a vantagem do preço baixo, porém, não retém todas as bactérias. Além disso, sempre que estiver suja, é preciso trocar a vela para não prejudicar a qualidade da água.

    Como escolher o filtro de água ideal?

    Purificadores de água

    O purificador de água é uma ótima opção para garantir água de qualidade. Esses itens são instalados junto à torneira ou encanamento e contêm bombas que pressionam a água, de modo que, passando por diversos itens de filtração, tenham até as menores partículas removidas. Há diferentes níveis de intensidade da filtração, de modo que há modelos muito eficazes na retenção do excesso de cloro e bactérias. São produtos de longa vida útil e muito recomendados para domicílios abastecidos diretamente por poços artesianos. O ponto negativo fica por conta do preço, que tende a ser um pouco mais alto.

    Ozonizador

    Os aparelhos ozonizadores são tipos de purificador que utilizam o gás ozônio para filtrar a água de bactérias e outras substâncias nocivas. Apesar de ser considerado um sistema bastante eficaz, é preciso que esse gás fique borbulhando na água por aproximadamente 10 minutos para garantir os efeitos desejados.

    Filtros de torneira

    Os filtros de torneira, por já virem acoplados, são opções que oferecem muita praticidade e tendem a ser mais baratos do que os purificadores. Em geral, esses modelos contêm diferentes camadas que atuam na filtragem de partículas sólidas, cloro e bactérias, que podem deixar a água com coloração, odor e gosto desagradáveis. Esse tipo de filtro pode ser eficiente, mas não é tão preciso quanto os purificadores, podendo deixar passar alguma impureza.

    Filtros centrais

    O filtro central é um produto interessante, que deve ser instalado depois do hidrômetro ou antes da caixa d’água. É um filtro geral, que confere água de qualidade em todos os pontos de consumo das residências ou outros tipos de estabelecimento e oferece manutenção de baixo custo. A retenção de impurezas é vantajosa nesse modelo, não só porque a água para beber é purificada, mas também porque prolonga a vida útil de diversos equipamentos domésticos, como chuveiros, máquinas de lavar roupas e aquecedores.

  • Doenças causadas pelo consumo de água contaminada

    A falta de saneamento básico ou a ausência de purificadores ou filtros de água eficientes comprometem consideravelmente a qualidade deste líquido essencial para a vida. A ingestão de água contaminada ou de alimentos preparados com água contaminada por microrganismos pode causar algumas doenças bastante desagradáveis e que podem ter consequências sérias. Confira:

    Hepatite A

    O contato com a água contaminada por fezes pode provocar uma infecção pelo vírus causador da hepatite A. Essa doença é altamente contagiosa e acomete o fígado, causando sintomas como: urina escurecida, fezes claras, icterícia (coloração amarelada na pele e nos olhos), febre, fraqueza, fadiga e náusea. O lado bom é que o sistema imunológico procura combater o vírus sem a necessidade de um tratamento específico, mas podem ser administrados medicamentos de controle da febre e da dor.

    Giardíase

    A giardíase é uma doença infecciosa que pode ser transmitida de uma pessoa para outra por meio de água contaminada por fezes. A água não tratada pode conter um parasita microscópico que acomete o sistema digestório, que é o protozoário Giardia intestinalis. O consumo de alimentos ou água contaminada por este protozoário causa dores abdominais fortes, diarreia, febre e náusea. O tratamento envolve medicação antiparasitária.

    Doenças causadas pelo consumo de água contaminada

    Amebíase

    Assim como a giardíase, a amebíase também é uma doença provocada por um protozoário, a ameba. A água ou os alimentos contaminados contêm cistos maduros desse parasita, que se instala no intestino e compromete a absorção dos nutrientes. Isso provoca sintomas desagradáveis, como diarreia, dor abdominal e febre. Para o tratamento, também são indicados os medicamentos antiparasitários.

    Febre tifoide

    A febre tifoide é provocada pelo parasita Salmonella typhi, uma bactéria presente na água e nos alimentos contaminados. A desidratação pode ser uma complicação dessa doença, que também pode apresentar outros sintomas, como diarreia ou prisão de ventre, febre alta, vômitos, cefaleia, perda de peso e manchas vermelhas na pele. A vacina contra a febre tifoide é um importante meio de realizar a prevenção. O tratamento é realizado com administração de antibióticos.

    Cólera

    Assim como a febre tifoide, a cólera também é uma doença causada por um tipo de bactéria. Sua transmissão ocorre com o consumo de água contaminada ou de alimentos preparados com essa água. A bactéria se aloja no intestino e produz toxinas bastante prejudiciais. Os sintomas da doença são vômitos e diarreia grave, que pode levar a quadros de desidratação. O tratamento é feito com antibióticos e reidratação, que pode ser feita por soro intravenoso.

    Ascaridíase

    Também conhecida como “lombriga”, essa doença é provocada pelo parasita Ascaris lumbricoides, que se reproduz nos intestinos. A transmissão ocorre quando são ingeridos alimentos ou água contaminados pelos ovos do parasita. Os sintomas principais são dores abdominais, náusea, vômito e, nos casos mais graves, obstrução intestinal. O tratamento é medicamentoso.

  • O bem e o mal do cloro na água

    As estações de tratamento de água se utilizam de algumas substâncias durante o processo. A adição de cloro, por exemplo, é controlada pelo governo federal para o tratamento da água antes de sua distribuição para os domicílios. De fato, esse elemento é muito poderoso e oferece alguns efeitos positivos sobre a água antes de seu consumo. No entanto, será que existe algum tipo de risco envolvido em sua utilização?

    Por que o cloro é adicionado à água?

    Há mais de um século, o cloro é um composto químico considerado referência em tratamento de água. De fato, essa substância é eficiente, já que mata microrganismos resistentes, como bactérias e protozoários. Esses microrganismos podem ser agentes causadores de doenças, como a febre tifoide e a cólera – doenças praticamente eliminadas quando o cloro foi incluído no tratamento da água.

    A questão polêmica é que o cloro, acima de determinados níveis, torna-se tóxico aos seres humanos, assim como para animais e plantas. Em contato com a pele, com os olhos, ou ao ser ingerida, a água com alta concentração de cloro pode causar efeitos colaterais bem desagradáveis. É fato que esse elemento desempenha funções importante no tratamento da água, mas será que cada município controla os níveis adicionados sem que a saúde das pessoas corra riscos?

    Os efeitos do cloro em excesso

    Segundo alguns estudos, o cloro presente na água em níveis acima dos considerados aceitáveis está associado à produção de radicais livres no organismo, que podem causar danos celulares e possíveis casos de câncer nos rins, bexiga e vias urinárias.

    O bem e o mal do cloro na água

    A substância também pode causar problemas respiratórios quando o vapor é inalado. Além disso, problemas metabólicos, distúrbios gastrointestinais e elevação na taxa de LDL (o “mau colesterol”), que pode desencadear problemas cardiovasculares graves, também são problemas que podem ocorrer se os níveis de cloro estiverem acima do que é permitido.

    Em contato com a pele e com o couro cabeludo, a água com excesso de cloro também pode causar efeitos desagradáveis, como coceira, irritação e ressecamento.

    O que fazer então?

    Muitas pessoas têm receio quanto à qualidade da água que rebem nas torneiras de suas casas. Por conta disso, é cada vez mais comum e mais importante que sejam adquiridos filtros ou um bom purificador de água.

    Os purificadores, em especial, são mais indicados. Estes itens não só retêm resíduos que ainda possam estar presentes na água (como partículas e bactérias), como também ajudam a reduzir a quantidade de cloro antes que a água seja ingerida. Dessa forma, as pessoas ficam mais seguras de que estão consumindo água com volumes aceitáveis dessa substância, sem que tenham sua saúde comprometida.

  • As origens da água: você sabe o que está bebendo?

    A água é um elemento fundamental na manutenção da vida. São várias as funções que esse líquido desempenha em nosso organismo, primeiramente porque ela reponde por 70% da composição de nossos, órgãos e tecidos. A água atua como um importante agente que regula a temperatura corporal, transporta substâncias, lubrifica estruturas e ativa o metabolismo.

    Para beber ou mesmo no preparo de alimentos, nós podemos, hoje em dia, obter água de diferentes formas: vinda direto da torneira, filtrada ou comprada em garrafas nos supermercados. No entanto, não se pode pensar que “água é tudo igual”. As origens da água e as formas como são transportadas alteram suas características. Saiba mais sobre as diferenças entre a água da torneira, do filtro e da garrafa.

    As origens da água: você sabe o que está bebendo?

    Torneiras

    A água da torneira é oferecida pela rede pública. Ela é captada em importantes mananciais, como rios e represas, e passa por diversas etapas de tratamento em estações especializadas. Disponível na residência da maioria das pessoas, é a opção mais barata e mais consumida.

    Como a maioria desses mananciais podem estar contaminados por microrganismos potencialmente nocivos à saúde, diversas substâncias são adicionadas à água para que se torne potável, como o cloro e o flúor. No entanto, é preciso que as substâncias adicionadas, que são muitas vezes compostos químicos, estejam em concentrações limitadas para que não representem nenhum tipo de risco à saúde.

    Garrafas

    A água que é adquirida por meio de garrafas e garrafões também oferece suas vantagens. Ela é obtida de fontes naturais ou artificiais e foi enriquecida com sais minerais pela própria natureza. Essa composição diferenciada tem sido associada a diversos benefícios à saúde. No entanto, há alguns riscos em relação ao seu consumo.

    O tipo de embalagem utilizado, a maneira como é extraída e envasada e os métodos de transporte e armazenamento até que cheguem às casas das pessoas podem provocar algum tipo de contaminação, principalmente se ficam muito tempo expostos ao sol ou a condições inadequadas de higiene. Além disso, não se trata de uma solução muito prática ou econômica.

    Filtros e purificadores

    Os purificadores e filtros de água são opções muito vantajosas, tanto em termos de economia quanto em relação à qualidade da água.

    A água da torneira, embora já tenha passado por um tratamento prévio, pode conter bactérias ou produtos químicos que podem causar problemas de saúde em sua composição. Os filtros e purificadores atuam com eficiência na remoção desses microrganismos e aditivos, livrando a água de qualquer tipo de gosto ou odor.

    Por meio desses itens, que estão no mercado em uma considerável diversidade de modelos, é possível manter a água potável e saudável sem grandes gastos. A escolha de um modelo de qualidade oferece durabilidade, bastando trocar o refil quando necessário. Com filtros e purificadores de água, é possível ter acesso a água de qualidade, em excelente custo-benefício.

  • Por que devemos consumir água filtrada?

    Desde crianças, aprendemos que a água é a principal fonte de vida no planeta Terra. Nós, seres humanos, somos compostos por 70% de água e, privados desse líquido, morremos. No entanto, antes de consumir água é preciso verificar sua procedência, confirmando se está própria para consumo. Beber água não filtrada é uma exposição praticamente automática à ação de microrganismos que podem provocar doenças de sintomas bem desagradáveis, como diarreia, vômito e febre.

    Em contrapartida, o consumo de água filtrada só oferece benefícios à saúde. Por isso, vale a pena apostar em purificadores ou filtros de água. Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios da água em nosso organismo:

    Composição de estruturas

    A primeira e mais óbvia função da água é fazer parte de nossos músculos, órgãos e tecidos. Destaca-se, nesse aspecto, o sangue, que precisa da água para transportar as células sanguíneas e levar oxigênio e nutrientes a todas as demais células do corpo. Além disso, a água permite que o metabolismo funcione corretamente, sintetizando proteínas, hormônios e demais elementos presentes nos processos químicos que mantêm a vida.

    Bom funcionamento do sistema gastrintestinal

    A água também é muito importante para que o processo digestório seja eficiente, em uma velocidade saudável. É por meio dela que a absorção de nutrientes é satisfatória. Em pessoas com funcionamento lento de intestino, talvez o consumo de água em quantidades insuficientes seja a causa do problema.

    Proteção cerebral

    Como citado anteriormente, a água é essencial na composição de todas as partes do corpo e na realização de processos químicos. Isso inclui o cérebro, o órgão que comanda o funcionamento de todos os demais órgãos e estruturas humanas. A água faz parte da composição dos fluidos que lubrificam as meninges, membranas que revestem e protegem o cérebro de impactos. A falta de hidratação na região do cérebro pode causar dores de cabeça, cansaço, indisposição e pouca vitalidade.

    Controle da temperatura corporal

    Nos dias mais quentes, todos nós suamos mais. Esse mecanismo tem o objetivo de utilizar a água do corpo para manter a temperatura em níveis saudáveis. As temperaturas muito elevadas prejudicam o funcionamento correto dos sistemas do organismo.

    Por que devemos consumir água filtrada?

    Eliminação de impurezas

    A água, além de levar nutrientes às células do corpo, também tem uma função de “higienização”. Por meio dela, todas as toxinas e elementos excessivos no organismo são eliminados por meio da urina. A água, portanto, é importante para o correto funcionamento dos rins, órgãos responsáveis por filtrar o sangue e formar a urina para eliminar tudo aquilo de que o organismo não precisa.

    Saúde e beleza da pele, unhas e cabelos

    Além das funções de saúde, a água também é uma poderosa aliada estética. O líquido evita que a pele e os cabelos adquiram aquele aspecto ressecado, sem brilho e quebradiço. O mesmo ocorre com as unhas, que ficam muito mais bonitas e fortes com o consumo de água em quantidades adequadas.

    Quantidade ideal de água

    O volume ideal de água que precisamos consumir diariamente é uma questão que divide as opiniões de especialistas. Em geral, as orientações variam de 1 a 2 litros de consumo diário de água. Essas medidas são estabelecidas com base nas necessidades médias de adultos, mas podem variar de um indivíduo para outro, e também para crianças, adolescentes e idosos. Por isso, é recomendável recorrer a um médico ou nutricionista para saber qual é a recomendação ideal para cada caso.

  • Filtros e purificadores de água – você sabe qual é a diferença?

    A água é um líquido essencial à manutenção da vida e da saúde de qualquer ser vivo. Segundo especialistas, embora as necessidades variem, o ideal é que cada pessoa consuma aproximadamente 2 litros de água todos os dias. Contudo, para que ela seja benéfica e não prejudicial, é preciso que a água seja pura e tratada. Como aprendemos na escola, ela precisa ser insípida, incolor e inodora para ser saudável – ou seja, sem gosto, sem cor e sem odor.

    Para não pôr a saúde em risco e evitar muitas doenças, é altamente recomendável que a água a ser consumida passe por um processo de filtragem. Esse processo tem o objetivo de remover partículas de sujeira e microrganismos potencialmente nocivos. Para isso, é só adquirir um filtro ou um purificador de água. Embora desempenhem basicamente a mesma função, será que você sabe diferenciá-los? Saiba mais:

    Filtros de água

    Os filtros de água são opções mais simples e, consequentemente, com preços mais acessíveis. Em geral, são fabricados com barro ou plástico/inox. Seu sistema de funcionamento consiste numa vela que retém as impurezas. Como não funcionam com energia elétrica, seu mecanismo mais simplificado não reduz o índice de cloro. Por isso, os filtros de água são indicados para localidades que já contam com um bom sistema de abastecimento de água.

    Filtros e purificadores de água – você sabe qual é a diferença?

    Para que mantenham sua funcionalidade e sua eficiência, os filtros, incluindo a vela, precisam ser higienizados periodicamente. Sempre que a vela apresentar coloração amarelada, precisa ser trocada, pois a qualidade da água pode ficar comprometida, alterando suas propriedades e deixando um gosto desagradável.

    Purificadores de água

    Os purificadores de água, por sua vez, possuem sistemas de filtração mais complexos e eficientes do que os filtros de água. Por conta disso, são, também, opções de preço um pouco mais elevado. Esse preço, porém, compensa se você pensar que não precisará ir inúmeras vezes ao mercado para comprar garrafas e mais garrafas de água filtrada.

    Boa parte desses aparelhos se utiliza de energia elétrica, mas essa não é uma regra. Há purificadores que empregam outros mecanismos para filtrar a água, como múltiplas camadas de purificação ou tecnologias mais modernas, como lâmpadas com raios ultravioleta que removem bactérias. Dessa forma, a filtração da água por purificadores é mais profunda, eliminando bactérias, sais e cloretos, inclusive acabando com o gosto do cloro. Os graus de retenção de impureza variam de P1, que é o mais intenso e profundo, até P6, que é o modelo mais básico. Diante dessas características, os purificadores de água são especialmente recomendados para locais que utilizam água de poços artesianos ou que sofram com algum tipo de contaminação.

    Assim como os filtros, os purificadores de água também precisam de limpeza de tempos em tempos, de modo que mantenham sua eficiência e você obtenha uma água pura.

    Qual dos dois é melhor?

    Ambos são eficientes, embora o mecanismo dos purificadores de água seja mais profundo. Tudo é uma questão de analisar as condições de abastecimento de água do local onde você vive, assim como sua disponibilidade financeira. De um jeito ou de outro, o que não se pode fazer é consumir água sem tratamento, ficando exposto ao risco de diversas doenças causadas por microrganismos.

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